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Brigitte Bardot cantando "Nem Vem Que Não Tem", imortalizada por Simonal?
Isso mesmo!
A versão em francês "Tu Veux Ou Tu Veux Pas" (Você Quer ou Você Não Quer?) foi lançada por BB em 1970.
Vamos ouvir?
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O fonograma é Universal.
Você sabia que o primeiro sucesso de Elis Regina foi este calipso, “Dá Sorte”?
A obra foi composta por Eleu Salvador, gaúcho como a cantora, e um dos grandes nomes da dublagem brasileira - é dele, por exemplo, a voz do Doc Brown na trilogia “De Volta Para o Futuro”.
Elis foi “descoberta” por Carlos Imperial aos 15 anos, em 1960, quando a gravadora Continental recebeu uma fita demo com três músicas de Eleu.
Imperial, diretor artístico da gravadora, gostou das músicas, mas gostou ainda mais da voz da cantora!
Ele teve a ideia de lançar Elis como uma nova Celly Campello, que fazia imenso sucesso na época, mas o diretor da gravadora pediu um disco bem variado.
Assim, “Viva A Brotolândia”, álbum de estreia da cantora lançado em 1961, tem sambas, uma versão da música “My Favorite Things” (de A Noviça Rebelde), alguns rocks como queria Imperial e “Dá Sorte”, o carro chefe do álbum.
O curioso é que Elis, apesar da pouca idade, queria mesmo era gravar um disco de boleros, ao estilo Eydie Gormé e Trio Los Panchos!
Vamos ouvir “Dá Sorte”?
A foto linda de Elis é a da capa de “Viva a Brotolândia” (Continental/Warner).
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Uma declaração de amor de Édith Piaf para seu namorado, o campeão mundial de boxe Marcel Cerdan, “Hymne À L’Amour” (Hino ao Amor), com música de Marguerite Monnot, vem encantando desde 1949!
Vamos relembrar este clássico, sempre eleito uma das canções de amor favoritas dos franceses?
A obra é editada pela Edimarton e representada no Brasil pela Fermata.
O fonograma é Universal.
Roberto Carlos dá parcerias de presente? Dá sim! 🎶
Quem conta a história de "Edifício de Carinho" é o "presenteado" Tom Gomes, fundador da Editora Espetáculo e autor do (ótimo!) livro "Banda de Milhões":
"Até completar 16 anos, estudei no Colégio Estadual da Penha; para chegar ao colégio, eu passava pelo Viaduto Santa Efigênia e, lá de cima, via os operários na construção do edifício Zarzur.
Vê-los trabalhando me inspirou a compor uma música chamada Edifício de Paixão.
A letra, bem simples e pueril, refletia a maneira de compor de um adolescente dos anos 60.
Num domingo, em 1961, indo com Demetrius ao programa Vitrola Mágica, transmitido pela rádio Bandeirantes AM (ainda não existia FM), conheci Roberto Carlos, que pouco conhecido ainda, vinha esporadicamente a São Paulo.
Em muitas dessas suas estadas em São Paulo nos juntamos e compusemos algumas canções, mas nenhuma música nossa foi gravada.
Naquele tempo os ídolos da juventude eram Demetrius, Tony Campello, Sérgio Murilo, Ronnie Cord, Carlos Gonzaga, Wilson Miranda...
Alguns anos depois, em 1967, fui procurado por um menino chamado Ed Carlos.
Ele pediu que eu assinasse uma autorização para que pudesse gravar "Edifício de Carinho"; ele me mostrou a música e disse que os autores eram Roberto Carlos… e eu.
"Ed, nunca ouvi essa canção antes. Não é minha. Não posso assinar”, eu disse.
Mas ele insistiu muito para que eu assinasse, afirmando que sem minha autorização, Roberto Carlos não deixaria que ele gravasse a canção.
Não consegui resistir aos pedidos e aos argumentos do Ed Carlos. No mesmo ano, ele gravou "Edifício de Carinho" num compacto simples, e a música fez muito sucesso.
Nesses anos todos, nunca tive oportunidade de conversar com Roberto sobre esse assunto. Sigo achando que, depois que lhe mostrei "Edifício de Paixão" que fiz sozinho, ele tenha ficado com o tema na cabeça e desenvolvido outra música usando apenas a mesma idéia.
De todo modo, foi muita generosidade dele conceder essa parceria!".
Vamos relembrar este hit de 1967? O fonograma é Som Livre.
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Um dos maiores clássicos da música brasileira!
Vamos relembrar “Eu Sei Que Vou Te Amar”, lançada em 1958, na voz inconfundível de Emílio Santiago?
O clipe faz parte do DVD “O Melhor das Aquarelas”, gravado no Canecão (RJ) em 2005 (Indie Records).
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É Preciso Saber Viver" era uma delícia em 1970 e continua sendo nesta entrada de ano! Vamos relembrar a cena do filme "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa" de Roberto Farias?
FELIZ 2024! 🎉
Um Natal retrô e bem brasileiro! 🇧🇷 🎶
Esse clássico do canto coral foi escrito em 1960 pela Maestrina Wilma Camargo - que é nada mais nada menos do que uma das compositoras dos inesquecíveis temas da Turma da Mônica!
Vamos ouvir? 🎼
Desejamos a todos um Feliz Natal!!!
O fonograma de “Natal Verde-Amarelo”, interpretado pelo Trio Alvorada, é Som Livre.
E agradecemos à Marion, filha da Wilma, pela foto linda da autora! 💛
A divertida “Feitiço de Broto”, de Carlos Imperial (1935-1992), é um dos grandes sucessos da carreira de Rosemary!
Vamos assistir a este clipe do filme de J.B. Tanko “Adorável Trapalhão”, de 1966? O filme foi um dos primeiros estrelados por Renato Aragão.
Mesmo morando no Rio na época em que o programa Jovem Guarda era gravado em São Paulo, Rosemary - que continua lindíssima e cantando muito - foi um dos destaques do movimento e recebeu o apelido de “A Fada Loura da Juventude” 💛
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O fonograma é Sony.